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domingo, 12 de fevereiro de 2012

Sóbrio


E realmente não conseguimos ser donos dos nossos sentimentos ...

E como não machucar alguém para que possamos ser felizes?

Assim volto às postagens que fazem com que colocamos para fora todos os pensamentos guardados, envoltos em nossa fantasia e emoções.

Aqui e ali procuramos alma gêmea, amor eterno, reciprocidade, etc...

O que de fato realmente existe?

A vontade de termos ou sermos, nos torna egoísta?

O não nascer de um sentimento faz com que sejamos mais racional, menos utópicos.

O rompimento de uma relação ou o término de algo tem o condão de realmente fazer com que paremos e possamos refletir a respeito de nossos atos, conduta, modo de agir.

O crescimento da alma esta alicerçado em que aprendamos a sermos nós mesmos, a conviver em sociedade, claro ..., mas respeitar aquilo que sentimos e acreditamos como verdade.

Frio? Acho que essa não é a resposta, mas sim crescido, mais experiente.

Não entendo por que ficamos a volta com nostalgismo e a querer voltar o tempo.

Na realidade é tempo de acordar, de olhar para frente e construir o futuro, de cuidar de nossa aposentadoria, de conhecer pessoas e lugares, pois o tempo passa, e a todo o momento é tempo de sermos felizes, da maneira como quisermos e com quem quisermos.

As escolhas são fatais para orientar o sentido que seguiremos, fiz uma escolha e como sabido, toda escolha tem seu preço, basta que paguemos.

A minha definição atual é sóbrio.

Beijos.

Reginaldo Rodrigues.

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